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Kalil decide não reabrir escolas e colégios de BH

O prefeito de Belo Horizonte reafirmou nesta segunda-feira (28) que as escolas da capital seguirão fechadas por tempo indeterminado por conta da pandemia do novo coronavírus. O chefe do Executivo municipal citou uma pesquisa realizada pela PBH que mostra que 74% da população se manifestou de forma contrária à reabertura. 

"Chegou uma pesquisa da PBH em que 74% (da população) é contra (a volta às aulas). Eu sou contra a aula", disse Kalil. "Os pais não querem a volta às aulas. Os professoras, os serventes e os atendentes não querem", acrescentou. 


O prefeito disse que, apesar de as escolas seguirem fechadas, a reabertura gradual da cidade seguirá acontecendo.

Ainda de acordo com Kalil, não é possível comparar a reabertura dos bares e restaurantes da cidade com a das escolas. "A escola é compulsiva. O bar não é compulsivo. Você vai ao bar se quiser. Mas a escola você é obrigado a ir. Você vai ao shopping, à feira, à loja se quiser. Escola você é obrigado. Essa é a diferença".


De acordo com a prefeitura, as escolas municipais de Belo Horizonte estão prontas para voltar a funcionar, o que vai ocorrer se os indicadores epidemiológicos permitirem. O município investiu R$ 14 milhões na preparação e readequação das instituições aos protocolos sanitários de prevenção do coronavírus. O dinheiro foi aplicado, por exemplo, na compra de equipamentos como máscaras e pias.


Segundo a secretária municipal de Educação, Ângela Dalben, apesar de fechadas, as escolas não estão paradas. As instituições fizeram um levantamento sobre as condições de cada aluno e distribuem as atividades de acordo com as possibilidades de cada um.

Os alunos vão passar por testes para avaliação da aprendizagem do conteúdo, mas a ideia é que eles não sejam reprovados diretamente. "Temos diagnósticos e testes, mas não na linha de reprovar o estudante por aquilo que ele não fez, mas na perspectiva de reconhecermos o que ele deu conta de fazer sem a nossa presença. Temos o ano que vem para garantir aprendizagens", afirmou Ângela.


Fonte:O Tempo

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