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  • Luiz Gustavo

Google quer usar celulares mundialmente contra terremotos

A partir desta segunda-feira (11), qualquer pessoa que possuir um celular com Android 5.0 ou posterior poderá participar do Android Earthquake Alerts System e colaborar com a detecção de ondas sísmicas. A proposta é utilizar o acelerômetro de cada smartphone como um pequeno sismômetro. Assim, será possível alertar as pessoas sobre

situações emergenciais.


O Google identificou na rede de celulares Android a possibilidade de avisar sobre os terremotos segundos antes de acontecerem. Um alerta precoce permitirá que as pessoas se abriguem em locais seguros e que vidas sejam salvas.


Todos os smartphones atuais contam com o acelerômetro, capaz de detectar os movimentos do aparelho. Ao identificar um tremor semelhante ao de um terremoto, o Earthquake Alerts System enviará um sinal ao servidor de detecção de terremotos do Google, juntamente com a localização aproximada do aparelho. Ao comparar os dados obtidos com outros celulares presentes na mesma área, então será possível verificar a existência ou não de um terremoto no local.


O Google afirmou que o sistema ainda será capaz de localizar o epicentro do tremor e determinar a intensidade do terremoto. A limitação da proposta está no fato de que usuários mais próximos ao tremor poderão produzir dados sobre o fenômeno, mas dificilmente receberão um alerta a tempo de se protegerem.


A implantação do serviço terá início imediato na Califórnia, nos Estados Unidos. O estado conta atualmente com o sistema ShakeAlert, que fornece dados coletados pelos mais de 700 sismômetros. No caso, o Google atuará no envio das informações a todos

os celulares Android.


Quanto ao resto do mundo, o primeiro passo será utilizar os dados coletados para o compartilhamento rápido e preciso de informações sobre o terremoto. A ideia é que quando a pessoa sentir um tremor, ela possa confirmar na plataforma se, de fato, se tratou de um tremor ou não.


Segundo o Google, pode-se esperar que o sistema chegue a outros estados norte-americanos e outros países ao longo do próximo ano.


Fonte:Techtudo

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